A “democracia brasileira não é para amadores.

Enquanto se fica brincando de “democracia”,

vai se consolidando o golpe institucional na cara de todos: Presidência da República quase que como amarrada em camisa de força. E, como “reação” (inação) do sistema de freios e contrapesos, só assistimos a esperneios, reclamações, lamúrias, recursos, e blá-blá-blás. O nó górdio ninguém desata: o ativismo judicial criminoso.

O ativismo judicial vem sendo o instrumento golpista. Denota um método maquiavelicamente empregado, que atua desenfreadamente e tão logo provocado por infinitos agentes difusos, fanáticos ideólogos, amorais ou cleptocratas em abstinência, todos parceiros da causa “democrática” ora traduzida na satânica vontade doentia de destruir o governo mais democrático da história pseudorrepublicana do Brasil.

Sejam servidores públicos infiltrados em todos os órgãos integrantes do sistema de justiça, em tribunais de contas ou qualquer outra instituição pública; sejam “adevogados”, jornalistas militantes, “especialistas” de todos os quilates. O procedimento é simples: acionar o Judiciário, alegando qualquer coisa passível de ser envernizada por um falso direito, que tenha potencial de azucrinar o governo e impedir o avanço socioeconômico do país. É o único gatilho que se faz necessário. O “resto”, o tiro totalitário de misericórdia, fica por conta da caneta e da cabeça perturbada do semideus da toga, institucional e corporativamente blindado (por espertezas dos seus, somadas a ignorâncias alheias), criminalmente imune, certo de sua impunidade: o defraudamento constitucional, via manipulações semânticas de textos e axiológicas do conteúdo de princípios; invenções de outros princípios inexistentes; e desprezos arbitrários por regras vigentes, mas ocasionalmente inconvenientes.

A argumentação desse “seleto” grupo capa preta – em especial, de alguns, chamados constitucionalmente de ministros – é um acinte à inteligência de qualquer cidadão intelectualmente honesto. Costumeiramente, vem sendo como tapas velados na cara do chefe de Estado, que masoquistamente os vem sentindo na pele, diária e desnecessariamente. Não obstante, com coragem, boa-fé e resiliência, respeitando as suas crenças e convicções, chefe de Estado que vem lutando praticamente sozinho contra um sistema jurídico-judicial e político disfuncional, amoral, mau e incurável.

As duas principais razões de fundo dessa subversão do estado de direito e perversão moral em franca expansão, eufemisticamente denominada de “progressismo”, são i) o dogma ilógico, inválido e mentiroso “o STF tem a última palavra sempre”, e ii) a ditadura do politicamente correto, avalizada ao final pelo próprio tribunal de cúpula. Ambas compõem o que chamo de PRISÃO JURÍDICO-COGNITIVA do politicamente correto, na qual 99% da população se encontram e, pelas aparências, também o presidente da República e sua boa equipe. Até quando?

No aguardo emocionalmente torturante da eclosão desse momento grandioso de libertação (porque, pela lei universal da impermanência, nenhum mal é eterno), nós, cidadãos e cidadãs de bem, continuaremos a vivenciar, sendo empurrado goela abaixo de todos, o futurologismo argumentativo de juízes justiceiros sociais diversos, que, de jurídico, apenas lampejos possui, e, de vinculação com o ideal de progresso, absolutamente nada tem a ver.

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