O pensamento militar nos bastidores: o silêncio jamais significou conivência!

Renato R Gomes Administrador

Não é surpresa para qualquer pessoa minimamente consciente:

o Brasil denota uma distopia. Diante de tantos shows de arrogância, truculência covarde, mau-caratismo abundante, abusos de autoridade infindáveis e crimes de responsabilidade como quem aperta a mão de alguém, por parte dos que deveriam zelar pela ordem jurídica e social, pelo regime democrático, pela harmonia entre os Poderes e pelo respeito à Constituição, a repercussão não teria como ser bem-digerida pelo andar de baixo, chamado de “povo”. Todos estamos cansados.

Para cada ação acintosa e praticada arbitrariamente por integrante de poder disfuncional, verdadeiro socialista inimigo da Pátria e infiltrado em cargo no Estado Leviatã, advém uma fala hipócrita em sua defesa. Para “variar”,  “especialista” da vez – o próprio agente abusado ou “jurista” lobista de araque – usa e se lambuza de discurso “justificativo” sempre fundado em contexto propositalmente manipulado, selecionado perfidamente com máxima desonestidade intelectual, recheado de expressões retóricas e vazias, tais como “defesa da democracia”, “respeito aos direitos humanos”, “combate a discursos de ódio e fake news”, “proteção à saúde e à vida”, “vacinas salvam vidas”, e congêneres.

Mas, apesar do verniz jurídico falsificado dado ao uso criminoso do “direito” por tais agentes estatais subversivos para subjugar a boa política, a pilantragem não engana mais ninguém. Nitidamente, o presidente da República, o Alto Comando Militar e as Forças Armadas como um todo sabem disso.

E, por razões que certamente não podem ser publicamente por eles expressadas no momento de guerra não convencional atual, essas instituições, únicas defensoras de fato da Pátria, da Constituição e últimas bastiães de nossas liberdades, vêm exercendo, de modo estrategicamente louvável e psicologicamente incompreensível ao senso comum, a tolerância com a criminalidade institucionalizada, com a desordem crônica, com usurpações golpistas e sabotadoras de competências e prerrogativas constitucionais e legais do chefe de governo e de Estado, com o rasgar constante do texto constitucional e das regras de Direito.

Daí, natural as “evidências” sinalizarem espécie de vitória parcial e certamente provisória da implantação da filosofia gramsciana e da sua conquista hegemônica dos espaços em âmbito estatal, administrativo, universitário, midiático ou onde exista ainda oxigênio. O ativismo judicial ilegítimo e desenfreado, em detrimento da vontade popular soberana é sintomático, e o agravamento da ditadura linguística do politicamente correto, patrocinada desavergonhadamente pelo sistema de “justiça”, mostra-se revelador de verdades aos incautos, ora surpreendidos e desconhecedores até então do que significa viver numa distopia.

Falando em “incautos”, poderia apostar: no ambiente da caserna, representam uma minoria; uma ínfima minoria. E a maioria? Como está enxergando o cenário presente, agora no início de fevereiro de 2022? Para sanar essa dúvida ou curiosidade que muitos ainda têm, encerro esse texto com um diálogo entre dois amigos militares de alta patente, já reformados, porém, mais atentos, conscientes e dispostos do que nunca a contribuir para a virada do “jogo” e nocaute certeiro de nosso Brasil e nossas liberdades em seus nefastos inimigos.

Aníbal: “Não estamos lutando com objetividade. Estamos fazendo como futriqueiras de janela, repassando bate-bocas entre pares e, de fato, imóveis, esperando que algo caia do céu.
Nossos adversos já aprenderam que apenas fazemos como ‘cães que ladram’ e, então, com um muxoxo de desdém, ampliam a sua ousadia rindo da nossa ingenuidade. Estamos ficando ridículos em nossos posts, sobretudo, quando utilizamos brincadeiras para criticar coisa séria.
A postura tem de ser crítica e sisuda, apontando direções, tomando e exigindo atitudes.
Agir como meros eleitores nesse país dominado é inútil!!!
Falta-nos coordenação, um líder de fato, isento e descompromissado com partidos e candidatos. Um líder que almeje a nação, não, a eleição!
Enfim, agimos de acordo com o que ‘a lei autoriza’ (obrigação de entes do Estado) acreditando que isso seja bastante e suficiente. Todavia, nada ilegal, tem tido mais eficácia os que buscam seus objetivos sobre o que  ‘a lei não proíbe’.
É preciso parar, pensar e agir com contundência.”

Napoleão: “Aníbal, a sua indignação é também a minha! Não tiro do que disse nenhuma frase! São a expressão da revolta que sentem os brasileiros de bem, conscientes como você! Mas, como sabe, não se acham homens de honra que exerçam uma liderança sobre a massa como esse cara que apareceu para mim em 2018, o tal do Bolsonaro. Acho-o um predestinado, a ‘bala de prata’ que temos para reverter a mixórdia em que se encontrava o Brasil. Como diz o Renato, com quem também concordo, não sabemos o que ele, Bolsonaro, sabe! Não temos conhecimento daquilo com que o alimentam os setores responsáveis pela informações estratégicas do governo. Espero que esteja sendo bem assessorado! Creio, porém, que ainda podemos ‘entornar o caldo’ desses comunistas de araque que pensam que vão continuar a nos controlar por meio de ações totalmente ilegais, além de inconstitucionais. O Canadá deu uma boa sacudidela num governo com tendência ditatorial. Por que não podemos mostrar, do mesmo modo, a nossa revolta contra as ações absurdas do STF, que se autodenomina de o ‘Poder Moderador’ de nosso País?”

Para autorreflexão.

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